Mas o que aconteceu com a engenharia?

Numa conversa com Sérgio Prado (http://sergioprado.org/) no último fim de semana, quando ele esteve em Santa Rita, ele citou Seth Godin, que defende que devemos escrever para nossas tribos. Eu já tinha ouvido o mesmo, porém pelas palavras de Jeff Goins (http://goinswriter.com/) que, aliás, parece ser um grande amigo de Seth Godin. Assim, resolvi manter esse blog apenas para o Storytelling, enquanto me dedico aos estudos e à engenharia em http://lucaspalhao.wordpress.com/

Espero vê-los em ambos!

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Experimento: Cowrite.net

Acabei de participar de um experimento fantástico: cowrite.net.
 
Recebi um convite em um dos grupos que participo no Facebook e resolvi tentar.
Nesta plataforma (que pode ser acessada em http://cowrite.net/invitation.html), você participa de minicampeonatos de escrita.
Ao entrar em um campeonato, os participantes escrevem uma frase e votam em algum dos concorrentes.
Assim, a história vai se formando com as frases mais votadas.
Pode parecer confuso, a princípio, e eu mesmo levei um tempo para me adaptar, mas quando a história começa a fluir, a diversão é garantida.
 
Abaixo, traduzo a nossa sessão de 30min:
 
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Ele realmente precisava cortar as unhas. Cada lugar que coçava ficava vermelho. E, reparando bem, ele ainda tinha que se coçar muito, já que tinha feito muito esforço físico e suado muito. Esse era seu estado quando, na hora do almoço, ele quebrou uma das unhas abrindo aquela lata, e pensou “Agora, pelo menos, isso está resolvido. Melhor aproveitar essa 7Up enquanto posso”.
 
Então, bebendo rapidamente, partiu para a próxima costa, já que, a essa altura, era um marinheiro por alguns anos.
 
Entretanto, o tempo não mostrava sinais de calma utlimamente. Mas, ele pensou que era melhor continuar procurando pelas frutas Umi-Umi para curar não apenas sua unha, mas também seu coração.

E lá foi ele, em direção a Tortuga, formar sua tripulação para a perigosa jornada.

Ao chegar à ilha, entrou em contato com a Japser Perigosa, uma velha amiga que parecia saber a localização de muitos itens obscuros ao redor do mundo. Não apenas do mapa do tesouro, há muito tempo perdido, do pirata malvado Rodric, o Implacável; ou o cortador de unhas dourado; ou as incríveis frutas Umi-Umi que ele tanto queria.

Então, Jasper e Joe (nosso herói, até então, sem nome), começaram a procurar por membros para a tripulação naquele buraco sujo cheio de piratas que eles chamavam de taverna.

Lá estava o Carl Caolho com seu papagaio, do qual se havia dito – e que muitos viajantes concordaram – que ele, o papagaio, era o mais malvado entre eles, e cujo nome era Rodric. E, como Rodric, o Implacável, também o papagaio, conseguiu enterrar seu próprio tesouro, é uma história que nunca deverá ser revelada.

Entretanto, Duster, o peixinho dourado, nadando em seu pequeno aquário sobre o balcão, também não era boa gente.

Pegando um saco plástico, Joe encheu-o de água e perguntou a Duster se queria se juntar à tripulação.

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Loucura, né? Mas pense em três pessoas diferentes escrevendo uma história frase a frase e você vai ver que até que a história ficou boa!

Apesar de termos feito essa sessão em inglês, que também é a língua da plataforma, nada impede de várias pessoas que falam alguma outra língua entrarem e falarem em sua língua nativa.

Caso animem, falem comigo pra gente marcar uma hora pra fazer um teste.